Mostrando postagens com marcador MAB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MAB. Mostrar todas as postagens
9 de out. de 2010
III Seminário de Questão Agrária
22 de set. de 2010
Essa tal sustentabilidade!
Na tarde do dia 21 de outubro, latas, tambores e as palavras de protesto chamaram atenção para o ato contra o Novo Código Florestal brasileiro em frente ao Departamento de Engenharia Florestal (DEF) da Universidade Federal de Viçosa. A manifestação começou no Barzinho do DCE e foi em direção ao DEF onde acontecia a abertura do VI Simpósio de Meio Ambiente, promovido pelo Centro Brasileiro para Conservação da Natureza e Desenvolvimento Sustentável (CBCN), com apoio da Empresa Júnior de Engenharia Florestal e patrocinado por empresas como CEMIG, Suzano, Fibria entre outras empresas que pregam a tão falada “sustentabilidade”.
21 de jun. de 2010
Um dedo de prosa entre estudantes e acampados
Durante os dias 1 de maio a 10 de junho se realizou na Universidade Federal de Viçosa a “Campanha de Arrecadação de Alimentos e Agasalhos para Acampados da Reforma Agrária”, uma parceria dos vimentos Sociais com o Programa TEIA e a Assessoria de Movimentos Sociais da UFV.
16 de out. de 2009
Vídeo feito por atingidos pela barragem Barra da Braúna denuncia a situação que eles estão passando
Confira as imagens feitas pelos atingidos pela barragem Barra da Braúna (da empresa Brascan) no município de Laranjal, Minas Gerais. O Sr. Sebastião residia na sua propriedade, Sítio Marimbondo, a trinta e oito anos. Vivia da plantação de arroz e da criação de gado leiteiro. Tirava das suas terras as verduras, frutas e o leite para seu sustento. Com a construção da barragem vai ter sua casa, sua terra e sua história inundadas pelas águas.
24 de set. de 2009
Atingidos por grandes projetos
Atingidos pela monocultura da cana, atingidos pelo eucalipto. Atingidos por barragens, pela mineração, pela transposição do rio São Francisco e pelos desastres ambientais de forma geral. Atingidos pelo desemprego, pelo alto preço da luz. Atingidos pelas ações de grandes empresas como a VALE, COPASA e CEMIG. Todos esses afetados pelo capital irão se encontrar este fim de semana (dias 26 e 27 de setembro) no "Seminário dos Atingidos Gerais" em Congonhas - MG.
18 de set. de 2009
Construção de barragem em Laranjal (MG) causa problemas sociais e ambientais.

fonte: http://www.mabnacional.org.br/noticias/170909_atingidos_mg.html
Nesta quarta-feira, 16 de setembro, cerca de 300 pessoas realizaram uma manifestação na cidade de Laranjal (MG). Os manifestantes protestaram contra o enchimento do lago da barragem Barra da Braúna, da empresa Brascan - multinacional com matriz no Canadá - que está causando problemas ambientais e sociais na região.
O “Movimento dos Atingidos por Barragens” (MAB) informou que a maioria das famílias foram pressionadas a negociarem suas propriedades a quantias irrisórias. Arrozeiros, tiradores de areia e outros diaristas que estão sem trabalho não foram indenizados. Oito famílias que tem suas terras dentro da área de preservação ambiental estão isoladas a apenas cinco metros do lago.
Cerca de 200 hectares de mata atlântica foram devastadas e 70 ilhas inundadas. O integrante do MAB, padre Antônio Claret, em entrevista a Radio NP denunciou: “Houve morte de muitos peixes abaixo da barragem. Acima, pela lei, eles deveriam ter roçado a área que seria inundada – em algumas partes isto não foi feito.”
A barragem Barra da Braúna é financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que liberou R$ 118 milhões (63% do investimento total) para o projeto da empresa Barra do Braúna Energética, controlada pela empresa Brascan Energética S.A.(Besa). A empresa tem hidrelétricas em várias regiões do Brasil e está construindo a barragem da Barra da Braúna (MG) e a barragem Angelina (SC). A assessoria de comunicação do MAB da região “entende que o uso de recurso público para financiar hidrelétricas é um crime ambiental e social. Ambiental pelo que vem acontecendo. Em todas as barragens, o que se vê são verdadeiros desastres ambientais. Crime social, porque 70% das famílias atingidas por barragens ou não recebem nada ou são mal indenizadas.”
O MAB, além de denunciar o desrespeito aos atingidos, reivindica pela soberania energética brasileira. O setor elétrico do Brasil começou a ser privatizado em 1995 e desde então encontra-se nas mãos das multinacionais, como é o caso da barragem Barra da Braúna. A conseqüência foi o aumento do preço da luz para os consumidores residenciais, tornando a conta de luz brasileira uma das mais caras do mundo, como mostra a matéria do "ipcdigital.com" de 2006, ano em que a discussão do alto valor das tarifas de luz estava no auge.
A matéria do portal toca em outro ponto polêmico. Aborda as hidrelétricas como fontes de energias renováveis. Esta informação é um dos mitos que envolvem as hidrelétricas (leia Os Mitos das Hidrelétricas, disponível em PDF). Além de desalojarem milhares de famílias, de causarem um péssimo impacto ambiental, seu funcionamento é limitado pelo envelhecimento das máquinas, eutrofização, assoreamento e poluição do lago. Fatores que tornam as áreas alagadas inutilizáveis posteriormente.
Assinar:
Postagens (Atom)
0
comentários

